Quem ver bem esta Palmela
Há-de ver como ela é
Palmela templo de fé
Muito airosa, muito bela
Cada ano um fato novo
Já ganhou fortes estimas
Porque a Festa das Vindimas
Está nas raízes do povo
REFRÃO
Olhem-na bem
Vejam a graça que tem
Palmela como ninguém
Encanta por ser tão bela
No seu lidar
Aprumada não tem par
E quem a vem visitar
Fica encantado com ela
Não tem igualha
No grande labor que espalha
Porque Palmela trabalha
Na defesa do seu pão
Passem o Tejo
E aproveitem o ensejo
De verem o seu cortejo
Que Palmela traz na mão
Quem não conhece Palmela
E algum dia vier cá
Por certo vai gostar dela
Porque igual outra não há
O seu poder altaneiro
Quer nas festas, quer nos vinhos
Em cestas de pergaminhos
Correm Portugal inteiro
LETRA: Laureano Rocha
MÚSICA: José Rodrigues Santos (Azoia)
CANTOU: Ana Teresa Papa
Presidente
António Xavier de Lima
Vice-Presidentes
Mário da Silva Nery
João Luís Camolas de Oliveira e Silva
Victor Manuel Borrego
Leonídio da Costa Guerreiro
Secretário
Firmino Camolas Contente
Tesoureiros
Sérgio Coelho Pavão
Victor Manuel Soares
Delegado da C.M.Palmela
Vereador Eduardo da Assunção Pereira
Alberto Jones
Alexandre Fortes
António Macau
Carlos Gomes
Eduardo Tanisso
Feliciano Guerreiro
Flurival Francisco
Francisco Arnaldo Costa
Guilherme Correia
Humberto Laje
Idalécio Miranda da Costa
Isidoro Batista
Jacinto M. Sebastião
João Carlos Almeida
João Espada
Joaquim Camolas Rosa
Joaquim Paquete
Joaquim Pratas Ferreira
José Augusto Conceição
José Carlos Cordeiro
Lúcio da Costa Calha
Manuel Bragadeste
Manuel Ramalho
Maria Emília Mondim
Virgilio Aredes
Vitor Manuel Costa